sábado, 17 de setembro de 2011

Quando a gente vira natureza!!


Quem nunca imaginou de onde teríamos vindo. Nossa origem, nossos ancestrais.


Em meus devaneios, que não são nada raros, apenas pouco publicáveis, imagino que vim da natureza, da terra, do ar, do mar, do fogo, de uma árvore.


Muitas vezes já fui uma brisa, calma, reconfortante, fresca.



Muitas vezes uma ventania, batendo portas e janelas, invadindo tudo, revirando os papeis da mesa, levantando as folhas do chão.


Não posso negar meus momentos de furacão, destruindo com fúria tudo que encontrava pela frente.


Tenho dias de terra seca improdutiva, dias de terra encharcada de lágrimas, dias de terra tão produtivas que dariam toneladas de sementes germinadas.


Já fui mar calmo, já fui mar bravo, já levei coisas para dentro e depois com a mesma força as joguei par fora.


Gosto de ser chuva de verão, que alivia o calor, gosto de ser labaredas flamejantes que queimam dentro e fora.


Sou, muitas vezes, as quatro estações, inverno de solidão, outono de esperança, primavera de flores lindas e verão de paixão.


Às vezes, quero brilhar como a lua cheia e às vezes me esconder como a lua nova.


Já fui arvore cheia de flores pronta pra dar frutos e destruída por chuva de granizo. Já fui arvore de inverno, quem via de longe só enxergava os ganhos secos e sem vida. E hoje, sou arvore de outono renovando cada folha, se preparando pra uma nova florada.


E você já virou natureza?

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Frio!

Aqui faz um frio de doer.
De doer o corpo, de doer tudo.
Frio maior de saudade, frio de vazios, de cada dia mais espaços, mais buracos, mais solidão.
Acho que aquele sorriso,
que até ontem aparecia até sem querer, hoje já não consegue sair.
Mesmo com o maior esforço
de quem não quer deixar de sorrir, ele definitivamente não vem.
Juro que estou lutando contra a realidade,
que soca o rosto, que grita tão forte capaz de me deixar surda, tonta e acordada.
Mas quando é a única coisa que se sente,
não tem como não ouvir os gritos: Sozinha, sozinha, sozinha...

domingo, 12 de junho de 2011

Atravessar o rio!


Mariana nasceu em uma pequena vila de pescadores a beira do rio Juruare. Vivia na simplicidade observando dia e noite o outro lado do rio, sonhando com o momento que lá estaria.

Enquanto ela crescia os moradores e amigos a sua volta iam se findando, todos em busca de uma vida melhor, longe dali ou talvez, apenas, do outro lado do rio.

Aos onze anos, Mariana viu a moradora que mais amava partir também, essa sua mãe querida, que partiu de vez para o céu, após o ataque de uma cobra venenosa.

Mariana ficou com sua avó e com alguns moradores que aos poucos desapareciam para não mais voltarem.

Em pouco tempo, só restaram na vila, Mariana e sua avó.

Tudo que ela queria era estar do outro lado do rio. Passava horas e horas observando a outra margem, se imaginando em um lugar diferente, cheio de alegria, de outras pessoas, de garotas como ela.

Mas Mariana se via presa a margem de cá. Como ir embora e deixar sua avó. Como enfrentar o mundo desconhecido fora do vilarejo. Logo, os sonhos de ter uma vida diferente davam lugar a angustia de estar fadada a terminar seus dias sozinha naquele lugar.

Foi em um por do Sol que Mariana avistou do outro lado, uma garota dos cabelos longos e negros que também a observava. À vontade de atravessar o rio aumentou ainda mais.

Os dias se passaram todos premiados com o encontro das duas. Uma de um lado, a outra do outro lado. Mariana começou a mirabolar planos para poder atravessar o rio em busca da garota dos cabelos negros.

Ela se esforçou, trabalhou muito em algo que pudesse a conduzir para a outra margem e, quando tudo parecia pronto para partida, Mariana se lembrou de sua avó, aquilo apertou seu coração que se encheu de medos e inseguranças, ela pensou em esperar mais um pouco para então partir de vez.

A garota de cabelos negros, já cansada de esperar, virou as costas e desapareceu para sempre.

Mariana se pos a chorar todos os dias, encheu ainda mais o rio com seu sofrimento que transbordava.

Alguns anos se passaram e quando Mariana pensou não mais sentir alegria, eis que surgi do outro lado do rio uma moça do sorriso mais lindo que Mariana já tinha visto.

Todos os dias elas se encontravam, uma de um lado, a outra do outro. Mariana voltou a sorrir e a acreditar na felicidade.

Como Mariana não tinha forças para atravessar o rio, a moça do sorriso lindo resolveu que viria ao encontro de Mariana do lado de cá do rio.

E foi o que aconteceu, a moça veio, mas com a promessa de que Mariana em breve atravessaria o rio de volta juntas, em busca de uma nova vida.

O tempo passou e Mariana não apresentava nenhum sinal de que iria cumprir sua promessa de atravessar o rio. A moça do sorriso lindo começou a entristecer-se dia a dia, a entediar-se cada vez mais, mas Mariana não entendeu o porque da moça estar diferente e somente adaptou-se as novas condições, sem mudar ou satisfazer a vontade da moça, que no fundo, era sua própria vontade, sufocada por uma incapacidade de agir.

Tudo parecia estar devidamente adaptado e indo bem, mas Mariana começou a observar o outro lado do rio novamente, tinha uma mistura de vontade e medo que tomava conta do seu coração e ela se sentia incapaz de atravessar, mesmo achando que isso seria necessário para que seus sonhos e planos se realizassem.

Em uma manhã de Sol ardente, Mariana avistou do outro lado uma garota diferente, linda, faceira e que ela poderia jurar já ter habitado seu sonho antes. Ela se admirou, seu coração bateu forte demais, foi como se a garota lhe jogasse um feitiço. O encantamento foi imediato.

Mariana tinha vontade de atirar-se no rio atrás da linda garota, mas além de todos seus medos e responsabilidades, seu coração dizia que não poderia magoar assim, a moça do sorriso lindo.

Seu coração então se dividiu e partido começou a sangrar de dor.

Sem saber como agir, Mariana parecia enlouquecer em busca de uma solução. Fez tantas coisas erradas que ficou impossível concertar os estragos.

A garota do outro lado do rio partiu, mas aquela imagem nunca mais saiu de sua mente, nem de seu coração. Mariana, então, se revoltou com tudo que a prendia do lado de cá do rio, sem imaginar que a única coisa que a deixava estática era ela mesma.

Os dias se tornaram impossíveis e a garota do sorriso lindo, percebendo tudo que estava acontecendo, sentindo a incapacidade de Mariana e a dela mesma de mudar os fatos, decidiu também partir.

Antes de ir, num último esforço ainda pediu, insistiu, gritou para que Marina atravessasse o rio com ela, como havia prometido tantas vezes, como elas vinham planejando juntas a anos, como elas sonhavam todos os dias.

Mariana mais uma vez se sentiu fraca, incapaz, dividida e deixou a moça do sorriso lindo partir também, enchendo assim seu coração de uma dor nunca antes sentida.

Foi em meio a tamanho sofrimento e pensamentos fortalecidos que Mariana despertou e decidiu que atravessaria o rio. Não por ninguém, mas pelo simples fato de que era isso que sempre sonhara, era estar do outro lado que ela queria desde menina. Claro que seus medos tomaram conta de tudo novamente, mas dessa vez ela estava decidida, faria algo por ela, porque era isso que ela escolhera fazer, era assim que acreditava estar em busca da verdadeira felicidade.

Planejou, se programou, respirou fundo e colocou os pés nas águas geladas e revoltas do grande rio e, partiu. Não foi nada fácil a travessia, o frio da solidão, a correnteza puxando de um lado para o outro, a saudade, as inseguranças. Mas enfim, Mariana chegou do outro lado. Ela abriu os braços e sentiu cada gota de chuva que caia do céu cheio de trovoada, fechou seus olhos e agradeceu.

Os próximos passos ela não sabia como dar, nem como seriam, nem o que encontraria a sua espera. Ainda trazia uma grande dor no seu coração e as angustias que tudo que é novo pode trazer, mas ela estava feliz, conseguira atravessar sozinha o rio e, agora, sabia que poderia ir e vir quantas vezes fosse necessário.

Se Mariana reencontrará a moça de sorriso mais lindo, a que lhe enfeitiçou, ou outras garotas como ela, isso ela não sabe. Se é realmente desse lado do rio que está o caminho da felicidade, impossível saber sem antes de trilhá-lo, mas agora Mariana tem uma certeza: Ela pode atravessar tantos rios quanto aparecerem em sua vida.

domingo, 29 de maio de 2011

Na cozinha da casinha...Mais Canequinhas...



Demorou, mas como o prometido, neste post mais receitas rápidas e práticas direto da caneca pra você. Lembrem-se: verifique o tamanho das canecas e sempre utilize canecas de louça ou porcelana, esses valores abaixo são estimados para os ingredientes e a colher de medida que eu utilizei, isso pode variar com o tamanho do ovo ou da colher. Não colocar ingredientes que ultrapassem a metade das canecas, e para evitar xingamentos a dona Nana, minha mãe. Coloque as canecas sempre sobre um prato, em casos de acidentes derramatórios é bem mais fácil limpar do que o micro-ondas. Mãos a massa e deliciem-se.

Pão de queijo

Ingredientes:
01 ovo pequeno
4 a 6 colheres de sopa de leite

3 colheres de sopa de óleo

1 pitada de sal

4 colheres de sopa de queijo parmesão ralado

5 colheres de polvilho

1 colher de café de fermento em pó
margarina apenas para untar.

Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador ate obter uma mistura homogênea. Feito isso, coloque a mistura obtida até a metade da altura de uma xícara de café já untada com margarina. Leve ao micro-ondas, em potência alta por 3 minutos ou até o preparo crescer. Rende de 7 a 10 canequinhas e dará um charme todo especial ao café da tarde ou da manhã.

Dica:
após batido a preparação, colocar pedacinhos de queijo branco ou de sua preferência preferência na massa.


Torta Italiana

ingredientes:
01 ovo pequeno
01 tomate picado

02 colheres rasas de atum

02 pitadas de sal
outros temperos a gosto
04 colheres de leite

03 colheres de óleo

04 colheres de de farinha de trigo

01 colher de café de fermento

modo de preparo:
Em um recipiente pequeno, misturar o ovo, óleo, leite e a farinha de trigo até obter uma mistura homogênea. Em seguida acrescente o tomate, o atum, o sal e o fermento e misture delicadamente. Coloque até a metade de duas canecas e leve ao micro-ondas por 3 minutos.

Dica:
Use a criatividade e mude os sabores: frango com milho e requeijão, rúcula com tomate seco e queijo branco, quatro queijos, bauru etc. Para a Sobremesa:


Pudim de leite condensado

ingredientes:
01 lata de leite condensado
1 e 1/2 lata de leite integral
2 ovos 4 gotas de baunilha ou raspas de limão
ingredientes da calda:

6 colheres de sopa de açúcar

6 colheres de sopa de água


modo de preparo:
No liquidificador bata todos os ingredientes do pudim. Reserve. Divida em 6 canecas grandes os ingredientes da calda e coloque no micro-ondas por 3 minutos, se desejar mais escura, acrescente 1 minuto, espalhe a calda pelas bordas da caneca. Coloque a mistura do pudim até a altura da metade de cada caneca, levando-as ao micro-ondas por 2 minutos na potência alta ou até crescer. Após alguns minutos, refrigerar.

Dica:
Não se assuste com a carinha do pudim, para diferenciar o paladar e melhorar a aparência, podemos colocar mais calda por cima da preparação antes de servir ou utilizar caldas de outros sabores como de frutas. Garanto. Fica muito bom, só não pode comer tudo sozinha.rs




sábado, 7 de maio de 2011

Na cozinha da Casinha:" Usando as canecas!"


Estava eu, abrindo e fechando geladeira e armários, em busca de algo para comer. Quem já não teve essa terrível sensação: Querer comer mas não saber o quê?
Nesses casos, profissionalmente falando, sei que o melhor é beber água, isso mesmo, água! (muito provavelmente é sede). Foi o que eu fiz. Mas confesso que dessa vez não funcionou. Era hora do café da tarde, e meu estômago não ia perdoar essa minha refeição favorita.
Outra dica boa é deixar bem longe de casa as guloseimas e chocolates preferidos, senão é fatal, nessa hora, eu ou qualquer uma de vocês, já teríamos devorado aquela barra de chocolate enorme. Ai, já viu! Monte de calorias a mais que vão se transformar em gordurinhas e se instalar definitivamente no lugar onde a gente menos quer.
Uma fruta seria a solução se eu tivesse feito
sacolão, o que não aconteceu essa semana. Imperdoável. A feira de domingo que me aguarde.
De tanto abrir e fechar portas, resolvi dar uma limpada. Vale tudo pra distrair essa
fominha traiçoeira de fim de tarde. Fui para a prateleira das canecas e uma lembrança me tomou de repente. Ultimo mês levei para meus pacientinhos de Diabetes tipo1, uma receita de bolo diet de chocolate, que era justamente feito na caneca. Pronto!! Problema resolvido. Claro que em casa não tenho produtos diet, mas farinha, ovo, chocolate, margarina e fermento todo mundo tem, ou quase todo mundo.
Então mãos a obra!


ingredientes:
  • 04 colheres de sopa de farinha de trigo
  • 02 colheres de sopa de açúcar
  • 04 colheres de sopa de achocolatado em pó
  • 01 ovo
  • 04 a 05 colheres de sopa de leite
  • 02 colheres de sopa de óleo
  • 01 colher de café de fermento
  • Opcional:use também duas colheres de: coco ralado, ou castanhas moídas, ou uma pitada de café solúvel, ou gotas de chocolate, ou aveia, ou granola. use a imaginação.
modo de preparo: Em uma vasilha misturar bem a farinha, o açúcar e o chocolate em pó(e a opção). Acrescentar o ovo e misturar bem com um garfo. Por último misturar o leite, óleo e o fermento. Coloque a mistura até a metade de uma caneca que possa ir ao microondas. Leve ao microondas na potência máxima por 03 minutos.

É isso ai, meninas!!! Já acabou!!!
Rende duas canecas se for a de 300
ml e se colocar uma das opções. Em três minutinhos temos um fim de tarde bem gostoso.

Para as mais "corajosas", ainda tem a opção de colocar uma calda básica em cima! Sem receita da calda pra não incentivar ninguém. Combinado!
Para as mais
Light, temos a possibilidade de emagrecer nossa receitinha, usando farinha de trigo integral, adoçante pra forno no lugar do açúcar, leite desnatado, e achocolatado Diet.

Aproveitei para testar as
versões salgadas da minha canequinha e passo as receitas próximo post.

Não percam!!!

Comentem, deixem perguntas, vamos fazer juntas uma Casinha cada vez melhor!

Grande bju de carinho até já já

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Enquanto isso, fora da Casinha: "Um mundo particular"


Nove e meia da manhã.

Avenida Vinte Três de Maio. São Paulo.

Ainda cedo e o Sol já estava quente no céu.

Carros subiam e desciam a avenida num movimento frenético que deixava todas as faixas lotadas.

Meu ônibus tentava chegar até o centro, o que pela velocidade, ia demorar muito.

Nada de novidade. Mais um dia caótico nessa cidade que não para nunca.

Meu pensamento longe. Definitivamente longe.

Avistei uma cena que contrastava com tudo ao redor.

Poderia ser só mais uma, em meio a tantas outras que a cidade trás a todo segundo, mas essa me chamou a atenção de uma forma especial.

Em cima de uma passarela, um casal se beijava.

Não era um beijo qualquer, tinha uma mistura de paixão e carinho, que a muito não via.

No primeiro momento achei que seria um beijo rápido e o casal entraria no ritmo acelerado da cidade se misturando a multidão e desaparecendo pra sempre.

Como o beijo não terminava, fiquei imaginado como eles teriam se conhecido.

Mil possibilidades divagaram na minha cabeça.

Algumas me colocando um leve sorriso nos lábios.

O ônibus se aproximou mais, pude observar cada detalhe das roupas, dos cabelos, dos gestos dos dois.

Era um entrelace perfeito.

Até a tonalidade das roupas, do boné que ele tinha na cabeça que combinava com a roupa dela, até a cor da pele e do cabelo, formavam uma imagem que se harmonizava totalmente.

Tanto barulho. Tanta gente passando. Carros e motos por todos os lados e o beijo de amor simplesmente continuava como se ao redor deles tivesse uma bolha invisível de proteção, formando um mundo que era somente dos dois.

Talvez existisse mesmo uma bolha, criada pela paixão que emanava com uma força que era possível se sentir mesmo à distância.

Em meio à turbulência do dia-a-dia, da violência que salta aos olhos, da condição degradante que a alma humana vem se transformando, de tanto desamor, uma cena de beijo se torna, cada vez mais, algo que se destaca como uma paisagem fora de contexto. Pensei: Muito triste isso, deveria ser ao contrário.

Olhei para o relógio enquanto o ônibus circundava a passarela fazendo com que eu tivesse que me virar para poder continuar observando os dois.

Mais de dez minutos haviam se passado, o ônibus se afastou e os perdi de vista.

O beijo interminável seguiu seu destino deixando em mim uma inevitável vontade de estar, também, no meu mundo particular...

terça-feira, 3 de maio de 2011

Entre...


Mesmo com meus neurônios um pouco lento para o mundo virtual, cá estou dando vida a esse pequenino blog, com a ajuda crucial da pessoa que nunca vai se livrar de mim, nasce hoje o "Casinha Rosa-Oficina de Pensamentos." Como pensamentos não tem muito controle, acho que é isso que vai acontecer por aqui. O que vier no pensamento e puder sair pelos dedinhos estará livre nesse espaço que é todinho nosso. Assim como é na Casinha Rosa. Quero trazer para o mundo virtual tudo aquilo que só encontramos nessa casa que posso chamar de mágica. Quem já conhece sabe bem do que estou falando. Quem ainda não teve o prazer, pode entrar, seja você mesmo, fique bem a vontade e respire o ar desse lar mais que aconchegante que é capaz de deixar todo mundo feliz. A Casinha Rosa é um lugar onde o preconceito não entra. Desde as pequenas reuniões de amigos até as festas que invadem a madrugada (onde a grande maioria se tornam amigos naquele mesmo dia) tudo que se pode ser é livre, de corpo, pensamentos e alma. A Casinha também é o grande refúgio de corações apaixonados, grandes amores, grandes paixões e claro algumas poucas "danadices". Muitas histórias, muitas aventuras, algumas lágrimas sim, mas todas superadas pela imensidão de amor que cerca esse lugar que com certeza todos podem chamar de mágico. Venha. Entre... A Casinha é sua!